Slow Marketing e as empresas feitas para durar

Artigo desenvolvido por Dani Junco, CEO da B2Mamy.


Foto de Song Kaiyue no Pexels

"O Marketing consciente não é sobre a construção de um produto comum e, em seguida, a manipulação das pessoas para comprá-lo através de atividades promocionais inconscientes e massivas. E nem meramente outro termo para responsabilidade social e corporativa ou filantropia. Trata-se de construir uma empresa, produtos e serviços com profunda consideração pelo cliente. Ao mesmo tempo em que envolvemos e cuidamos de todas as partes envolvidas em seu ecossistema." Carolyn Tate


"O Slow living é tanto um estilo de vida quanto uma filosofia em comportamento de produção e consumo. Nesse último caso, as decisões de compra são baseadas em um senso comum de atributos e valores das marcas que enfatizam a qualidade sobre a quantidade, a autenticidade e as responsabilidades ambientais e sociais." - Janson Drebitkro | Consultor americano de desenvolvimento de negócios.


Conheci o projeto The Purpose Project da Arolyn Tate sobre Slow Marketing e o conceito de Slow Living do Janson Drebitkto. E aí unir os dias foi um passo.


Slow Marketing é sim vender seu peixe e promover a sua oferta considerada a venda e o lucro, mas alinhando com seu propósito e pensamento em servir o seu cliente e tornar a vida dele melhor.

Sem pegadinhas, discursos falaciosas ou gatilhos emocionais premeditados. Seu negócio será sustentável porque seu lead ou cliente percebam a coerência, confiam em você, e além de consumir, compartilham a sua mensagem.


Exemplos do que é Slow Marketing

  1. Ter um canal para o cliente tirar dúvidas antes de fazer a conversão;

  2. Deixar claro o job funcional, ou seja, você vai entregar o que e em quanto tempo, alguns serviços e produtos são realmente construídos na jornada de deixar espaço para informar as variáveis não controláveis;

  3. Ser um feedback lover e ouvir o seu cliente com o coração;

  4. Seja vulnerável, se é um teste fale que é um beta e admita o que pode dar errado e chame o seu cliente para cocriar com você novos caminhos;

  5. Conte a sua história (a cozinha de preferência). A verdade aproxima;

  6. Seu cliente comprou? Ótimo! Porém inclua em suas métricas saber se ele usou e como isso o levou de um ponto A ao ponto B.


Exemplo do que não é Slow Marketing

  1. Dizer o que é o último e mais vezes depois;

  2. Ser um curso gravado e perpétuo (desses que você compra e é seu) e dizer que vai acabar. Não, não vai está gravado!

  3. Usar a falácia do falso dilema, ou você compra aquilo ou não você será infeliz, ou burra, não amada, atrasada ou qualquer coisa que ataque diretamente o outro;

  4. Confundir para vencer. Usar técnicas de usabilidade para o cliente apertar o botão errado, esconder como cancelar algo ou como falar com sua empresa;

  5. Informar como entregável algo que você não pode diretamente controlar: faça 5.000,00 sentada do seu sofá;


Premiação B2Mamy Start

O DNA da sua empresa é do que ela é feita!

Como o crescimento da empresa, a entrada de novas pessoas, expansão para outros lugares é bem possível de se perder. Mantenha o time sempre alinhado:


1) Por que começamos?

2) A quem servimos?

3) Do que somos feitos?

4) O que é inegociável?

5) Qual nosso propósito?



Tenha uma empresa sustentável, humana e inovadora. Ser uma boa pessoa nesse mundo já é um diferencial.



Dani Junco

Founder e CEO da B2mamy

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