Vai com medo, mas vai.


Um dia você acorda e virou mãe ou pai e entende que a sua vida está recomeçando. Não que você nunca mais vai ser ou fazer tudo o que fazia antes dos filhos, mas simplesmente o por quê de você existir passou a ter um outro enfoque.O seu olhar passa pelo olhar do seu filho. O crescimento dele com saúde, estudos e muitas experiências é a sua busca quotidiana e o mundo, ah! o mundo você quer definitivamente que ele seja melhor.

Diante dessa nova maneira de existir encontra-se um mundo corporativo que engatinha bem mais devagar que um bebê no entendimento e no acolhimento dessas necessidades. O homo faber não suporta seres pouco produtivos, no entanto sabe-se que pessoas realizadas, saudáveis e emocionalmente equilibradas darão muito mais de si para a vida e para o trabalho do que pessoas cansadas, não atendidas em suas totalidades

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Nesse território de interesses muitas vezes controversos pode brotar a exaustão da carteira assinada e a vontade de empreender. Os dois lados tem vantagens e desvantagens que não cabem a mim enumerá-las, é certo que precisamos chacoalhar as bases do mundo corporativo com horas flexíveis de trabalho, remuneração igualitária para mulheres e homens, mães ou não, creches em empresas, além da licença maternidade e paternidade citada na matéria anterior.

Empreender não é moleza, mas entender o caminho da cooperação e da abundância no empreendedorismo tem sido uma descoberta maravilhosa. A frase que a Dani Junco ouviu do Rafael Maretti da @basecolaborativa sobre abrir a torneira e regulá-la conforme a necessidade é uma metáfora maravilhosa sobre prover abundância. Fomos criados com o valor da escassez, ouro, petróleo e outros bens e esquecemos que as potencialidades humanas são regidas pelo oposto da escassez, a abundância.

Os pilares de doar, receber e equilibrar essas ações assumem uma nova proporção numa economia que está sedenta de propósito e colaboração.Não podemos inventar mais canudos de plástico com uso efêmero e eternos na natureza dos lixões. Há de se pensar em soluções propositadamente engajadas numa vida melhor é certo, mas que respeitem pais e mães, filhos crescendo, natureza, e mão de obra. Ninguém nasceu em pleno século XXI para ser escravo. Nossas ações como empreendedores devem sim estar alinhadas com relações de trabalho mais humanas, produtos mais saudáveis e assim seremos os tijolos de uma sociedade mais feliz, colaborativa e acolhedora de mulheres, homens, mães e pais ou não.

Caroline Vargas Jornalista e fotógrafa tornou sua obsessão em ver formas inesperadas de coração num projeto chamado I SEE HEARTS, brand & bureau. Uma forma de ver e escrever sobre o mundo com mais amor e afeto. @i_seehearts @carolevargas


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