A geração Y cresceu, teve filhos... e isso muda tudo!


Estamos em 2018. Ler, ouvir ou falar sobre quarta revolução industrial, startups, disrupção, blockchain, i.a. Growth Hacking e coworking no mesmo parágrafo em que se fala de empreendedorismo materno já é uma realidade.

Mas em 2011, andar por aí com a inquietude da maternidade no coração, com ou sem um emprego full time e uma ideia na cabeça, tentando achar como juntar as pontas, era uma aventura solitária.

O ecossistema das startups começou a florescer no Brasil entre 2010 e 2011. Os eventos que reuniam startups operantes e aspirantes, além de curiosos em geral, eram tocados dentro de alguns modelos americanos como o Lean Startup Machine, bootcamps e da CampusParty. Investidores vinham ver o que vinha surgindo por aqui e iniciativas particulares também apareciam, para proteger as startups de propostas mirabolantes. Algumas associações, universidades e empresas tradicionais começavam a olhar para este mundo, e a ensaiar uma aproximação.

O perfil de quem frequentava estes eventos era o seguinte: vinte e poucos anos, brilho nos olhos, uma capacidade enorme de absorver ideias e conteúdos, uma agilidade para conectar pontas e achar soluções fora da caixa, aquele familiar sentimento de imortalidade, e... sem filhos.

Nos eventos, vertiginosos e recheados de canvas, música, cerveja, cases e palestras de gente que tinha se dado bem no vale do Silício, era comum chamarem quem não tinha um perfil “cabeça quadrada”.

O mercado logo cunhou um rótulo para esta turma: geração Y – e muita gente ganhou dinheiro tentando explicar o que era isso.

Havia também certa dose de ingenuidade no ar. Em algum momento, pareceu que tudo poderia magicamente ser resumido a algo como www.minhaideiaeph*da.com.br e uma página no Facebook. E, então, um investidor logo bateria à sua porta. Mas só os fortes sobreviveram e podem contar mais.

Neste cenário, sendo mulher, com mais de 30, um ou dois bebês agarrados aos seus peitos e a dúvida sobre a continuidade da sua carreira, pegar um microfone e falar de um site de serviços maternos ou infantis para a plateia era algo inimaginável. Ou mesmo falar sobre propósitos. As chances de ganhar uma batalha de pitch ou despertar a atenção de um investidor eram risíveis.

O espaço reservado a você seria no máximo o das blogueiras e vlogueiras - nossas amadas ou odiadas precursoras, que já atuavam um tanto independentes e num oceano vermelho. Desenvolver seu próprio site era quase impossível. Poucas e difíceis eram as ferramentas. Achar uma empresa que pudesse desenvolver seu projeto não custaria menos do que 15 mil, para começar. E eles não desenvolveriam você.

Escalabilidade e replicabilidade não eram propriedades óbvias do seu negócio, então, se você tentasse dizer que tinha uma startup, provavelmente seria confrontada com duas ou três perguntas sobre sua taxa de conversão, churn e outras métricas, e sentiria vontade de chorar.

Daí pulamos para 2016. A turma que tinha vinte e poucos anos agora tem trinta. O mesmo brilho nos olhos, a mesma inquietude, o mesmo domínio das ferramentas digitais, a mesma capacidade de conectar as pontas.

Mas, agora, existe um ecossistema forte. Há uma ponte entre os mundos. Eles têm os pés no chão e... filhos!

Isto mudou tudo.

Você, mãe, começou a ganhar espaço. Nasce o Campus for Moms. Mentores, startups e investidores dedicando seu tempo a ouvir e falar para mães. Crianças dentro da sala de aula. Crianças no microfone, dando uma lição de desenvoltura que só os nativos digitais podem dar. No coffee break, biscoito de polvilho, frutas e água de coco carinhosamente colocados ao lado dos sanduíches.

E um belo dia, vai lá no campus dar mentoria uma empresa que cria empresas, uma turma com uma energia altíssima que foi arrebatada pela maternidade. Pronto! Nasce a B2Mamy. E você não está mais sozinha.

Quer colo? Hoje tem.

Chorou? Toma um lenço.

Tá em dúvida? Vamos falar sobre isso.

Quer colocar mesmo um negócio pra rodar? Se prepara que vai doer um pouco.

Quer acelerar? Bora.

Quer investir? Escolhe.

Quer comprar? As B2Manas vendem.

Quer network? Hub.

Tá mais pra lobo solitário? Always welcome.

Precisando rir? Todo dia.

Amigas? Vai rolar!

Perennials? Maravilha!

Falar um palavrão? #$(ˆ&@#

Levar o marido? Demorou!

Em troca? Giveback.

*Lucianne Branquinho é mãe de gêmeas e fundadora da Beonday. Tem mais de 20 anos de experiência corporativa em empresas de grande porte e consultoria. Especialista em Estratégia e Planejamento, gerenciou equipes multidisciplinares e multiculturais localizadas no Brasil e em 17 países. Em 2011, mergulhou no universo das startups em busca de novas metodologias e de uma transição. Formada em propaganda e marketing, especializou-se em e-Commerce e Gestão de Negócios e segue agregando conhecimentos multidisciplinares como métodos ágeis, design thinking, jogos, formação de equipes, coach, economia colaborativa, entre outras áreas.

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