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Praia, vôlei e comida baiana: o happy hour da empresária que empodera mães


Dani Junco, fundadora e CEO da B2Mamy e mãe do Lucas, é uma mulher solar. Além de iluminar a vida de milhares de famílias com o seu trabalho de capacitar e conectar mães e mulheres ao universo de inovação e tecnologia, gosta de ser iluminada pelo sol, de preferência no litoral. A empresária mora em Santos e também é apaixonada por Salvador. Mas lugar preferido de Dani é, na verdade, qualquer um que permita liberdade: “é onde eu possa realmente ser eu mesma, sem medo”, afirma a empresária.

Filha de mãe baiana, Dani aprendeu a gostar de comidas que têm farinha e vatapá como complemento. A feijoada baiana, que tem legumes entre os ingredientes, é um dos pratos preferidos da executiva. No happy hour, nada de cerveja. Dani gosta de drinks com gin, de preferência doces e floridos.


O hobby da CEO da B2Mamy é jogar vôlei. Ela aproveita a proximidade da sede da empresa, na zona oeste de São Paulo, com o Parque Villa-Lobos, para praticar o esporte com o time que nasceu junto com a empresa. “Se deixar, eu jogo todos os dias. Mas a coluna não aguenta”, revela a executiva.



A leitura também faz parte dos momentos de descanso de Dani Junco. Entre as recomendações dela estão: “O Jogo Infinito”, de Simon Sinek; e “Essencialismo: A disciplinada busca por menos”, de Greg McKeown.


Não é novidade que as mulheres são sub-representadas quando o assunto é empreendedorismo. O estudo mais recente do Sebrae aponta que, no fim de 2021, elas eram apenas 34% dos donos de negócios no Brasil. Se olharmos para o ecossistema de inovação e tecnologia, a desigualdade revela um abismo entre gêneros ainda maior. De acordo com Female Founders Report (estudo feito em 2021 pela B2Mamy em conjunto com a Distrito e a Endeavor), apenas 4,7% de todas as startups brasileiras são fundadas exclusivamente por mulheres. A pesquisa traz um número ainda mais alarmante: este pequeno grupo de empresas recebeu apenas 0,04% dos US$ 3,5 bilhões investidos em startups em 2020.


Mais do que olhar para esse abismo, Dani Junco, resolveu se debruçar sobre ele e construir pontes para facilitar a jornada das mulheres. “Quando eu chego a um lugar em que eu posso abrir a porta para as mulheres pelo lado de dentro, o meu privilégio vem acompanhado do seu contrário: a responsabilidade”, afirma Dani.


*Artigo escrito por Luciana Pioto, publicado no Yahoo!

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